Quem Está Guardando Esta Erva? - 1967
- Diretor Howard Morris
- Código: NA-7016-COM-TS
- Pontos: 1
- Disponibilidade: Em estoque
Opções disponíveis
Etiquetas: Who's Minding the Mint?, Quem Está Guardando Esta Erva?, Howard Morris, 1967, esquema de dinheiro, comédia de assalto, assalto, crime de assalto, crime cômico, moeda intacta, dinheiro destruído, ourivesaria, golpe, arrombador de cofres, impressora de dinheiro, tesouro perdido, criminoso improvável, distração, plano, fuga, vigia, arrombamento, vigarista, automação, extravagância, caminhão de sorvete, caminhão de lixo, motorista de caminhão, sistema de esgoto, recrutamento, saco de papel cheio de dinheiro, mulher de uniforme, vizinha sexy, garota da porta ao lado, loira de olhos verdes, escoteiro, solteiro, garota com aparelho, penteado colmeia, penteado bouffant, tutu, barriga de fora, alto-falante, foco da câmera na bunda feminina, aposentadoria forçada, deficiência auditiva, aparelho auditivo, memorial Lincoln, memorial Jefferson, Washington D.C., Casa Branca, US Mint, referência a Benjamin Franklin, referência a Alexander Hamilton, comédia criminal, assalto divertido, crime por engano, brincadeiras no escritório, plano caótico, crime humorístico, roubo acidental, trabalho em equipe, impressão de dinheiro, assalto à mint
Em Who’s Minding the Mint? (1967), dirigido por Howard Morris, acompanhamos uma comédia de situação que combina humor físico e crítica leve ao sistema burocrático americano. Harry Lucas (Jim Hutton), funcionário da Casa da Moeda dos Estados Unidos, acidentalmente estraga US$ 50 mil recém-impressos ao derramar solvente sobre as cédulas.
Com medo de perder o emprego e manchar sua reputação, ele decide bolar um plano para retirar discretamente o dinheiro danificado do cofre e substituí-lo antes que alguém perceba. O plano, porém, sai do controle e envolve colegas de trabalho, sistemas de segurança e situações cada vez mais absurdas.
O filme utiliza o ambiente altamente controlado da Casa da Moeda como contraponto ao caos humano que se instala. A comédia surge do contraste entre a formalidade institucional e a improvisação desesperada do protagonista. Trata-se de uma típica “caper comedy” dos anos 60: leve, dinâmica e marcada por uma crítica sutil à rigidez dos sistemas oficiais.