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O Corcunda de Notre Dame - 1956

  • Diretor Jean Delannoy
  • Código: NA-7028-DRA-LTS
  • Pontos: 1
  • Disponibilidade: Em estoque
R$7,90

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Etiquetas: Notre-Dame de Paris, O Corcunda de Notre Dame, Jean Delannoy, 1956, paris medieval, frança século xv, paris anos 1480, catedral gótica, catedral de notre dame paris, torre do sino, sineiro, corcunda, quasimodo personagem, dançarina cigana, mulher romani, festa dos loucos, carnaval medieval, alquimista, padre fanático, obsessão religiosa, luxúria, desejo reprimido, amor não correspondido, amor trágico, rivalidade amorosa, ciúmes, preconceito, intolerância religiosa, injustiça, acusação falsa, acusado injustamente, acusação de bruxaria, julgamento por bruxaria, confissão sob tortura, câmara de tortura, chicoteamento público, flagelação, punição corporal, pena de morte, condenado à morte, execução por enforcamento, forca, carrasco, salvo da forca, santuário, abrigo na catedral, sequestro, tentativa de sequestro, tentativa de assassinato, tentativa de estupro, ataque com faca, arco e flecha, cerco medieval, ataque da multidão, chumbo derretido, justiça medieval, juiz, promotor, prisão medieval, deformidade física, solidão, pária, compaixão, bondade, auto sacrifício, herói trágico, drama gótico, drama histórico, adaptação de romance clássico, literatura francesa, peça moral, narrativa inicial, narrativa final, inscrição em pedra, arquitetura gótica, gárgulas, sinos da igreja, rei luís xi personagem, rei da frança, capitão da guarda, soldado, exército medieval, poeta, rei dos mendigos, rei dos loucos

O filme é contado pelo artista cigano Clopin. Tudo começa em Paris, em 1482, quando quatro ciganos são barrados ao tentar entrar na cidade pelo Ministro da Justiça, Claude Frollo, que nutre ódio por esse povo. Três dos ciganos são presos, mas a outra, que possuía um embrulho entre os braços foge. Frollo persegue-a sob o seu cavalo até a Catedral, julgando que o que ela tinha em mãos eram coisas roubadas. A cigana clamou santuário desesperadamente, até que Frollo, tenta tirar-lhe o embrulho, dando-lhe um pontapé violento, matando-a. Já com o embrulho nas mãos, Frollo, apercebe-se que era um bebé, mas depois de o desenrolar, vendo uma criança desformada, considera-a um monstro, e dirige-se a um poço, com intenção de o largar. Mas é impedido pelo arquidiácono, que o faz aperceber das suas atrocidades já cometidas, dando-lhe como única esperança de salvação da sua alma, cuidar da criança, como sua. Frollo concordou, desde de que a dita ficasse escondida, a viver no campanário. E batizou-a de Quasimodo.

Vinte anos depois, Quasímodo é um homem feio e corcunda, que vive trancado no campanário da Catedral tocando os sinos, com a companhia de apenas três gárgulas - Victor, Hugo, e Laverne. Instigado por eles, Quasímodo aventura-se a sair da catedral para participar do "Festival dos Tolos" (ou no Festival dos Bobos, na versão portuguesa), a maior festa do ano realizada em frente à catedral francesa, apesar de Frollo proibí-lo de sair, dizendo que era para o seu próprio bem. Durante a festa, num concurso para designar a cara mais feia de Paris, Quasímodo vence, e é proclamado rei do festival, mas depois é gozado e torturado pela multidão, sendo apenas defendido por Esmeralda, uma cigana que dançava para ganhar dinheiro. Ao ajudar Quasímodo, a moça desperta a ira de Frollo, que manda prendê-la. Ela foge, escondendo-se sob a protecção da Catedral, onde reencontra Quasímodo, que em forma de agradecimento, ajuda-a a escapar da Catedral, pois todas as saídas estavam vigiadas pelos guardas por ordens de Frollo. Quando o juiz (que está obcecado pela cigana) descobre sua fuga, procura-a por toda a cidade prendendo todos os ciganos e queimando Paris. Quasímodo, depois de se aperceber de que Esmeralda está em perigo, vai ao seu encontro, ao esconderijo dos ciganos, a "Corte dos Milagres", juntamente com Febus, um "ex-capitão da guarda". Mas não sabia que estava a ser vigiado por Frollo, que finalmente descobriu o esconderijo dos ciganos, prendendo toda a gente.


Esmeralda é condenada à fogueira pelo crime de feitiçaria. Quasímodo fica preso na Catedral, sob correntes. Na praça em frente da catedral, estava a cigana, atada a um poste, prestes a morrer queimada. Mas, quando Esmeralda está prestes a ser queimada, Quasímodo, num acto de raiva, liberta-se das correntes, e desce do ponto mais alto da Catedral até à praça, salvando Esmeralda, e trazendo-a de volta à Catedral, inconsciente, devido a fumaça. Frollo dá então ordem aos seus homens para invadirem a Catedral. E nesse momento, Febus, consegue roubar a chave de um soldado, libertando-se a si e aos ciganos das celas, apelando à multidão para não ficar parada, que responde atacando o exército de Frollo. No meio da batalha, Frollo consegue entrar pela catedral, encontrando o Corcunda num quarto com Esmeralda, acreditando que ela estava morta. Frollo lamenta, mas diz que era o seu terrível dever matá-la, e enquanto se lamenta tenta esfaquear Quasímodo, que derruba-o e foge com Esmeralda pelas varandas da Catedral. Frollo encontra-os, e apanha Quasímodo com o seu manto, atirando-o da Catedral, mas o Corcunda agarra-se no manto e leva Frollo consigo, mas Esmeralda agarra Quasímodo, que por sua vez, não deixa Frollo cair, que se balançando se agarra a uma gárgula, mas ela acaba desabando levando junto Frollo.
Mas Quasímodo não consegue segurar a mão de Esmeralda, e ela cai também, sendo salva por Febus. Quasímodo, mesmo apaixonado por Esmeralda, compreende o amor entre a cigana e Febus. Esmeralda, então, encoraja Quasímodo a sair da Catedral, e ao sair, observado pela imensa multidão, é acariciado por uma criança que depois o abraça, sendo aclamado como herói pela população.



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