Carnaval Atlântida - 1952
- Diretor José Carlos Burle
- Código: NA-7042-MUS-LT
- Pontos: 1
- Disponibilidade: Em estoque
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Produzido pela Atlântida Cinematográfica, o filme acompanha um produtor que deseja realizar um épico histórico sobre Helena de Troia, mas vê seu projeto transformado em uma comédia musical carnavalesca, repleta de números musicais, sátira ao cinema estrangeiro e humor típico das chanchadas brasileiras. A narrativa mistura bastidores de estúdio, confusões amorosas e apresentações musicais, tornando-se uma das obras mais representativas do período clássico da Atlântida.
| Registro da Obra | |
| Título Original | Carnaval Atlântida |
| Título | Carnaval Atlântida |
| Ano | 1952 |
| Direção | José Carlos Burle, Carlos Manga |
| Países de origem | Brasil |
| Gênero | Comédia, Musical |
| Cores | Preto & Branco |
| Elenco | Oscarito, Grande Otelo, Cyl Farney, José Lewgoy, Eliana, Colé Santana, Renato Restier, María Antonieta Pons, Carlos Alberto, Orlando Amaral, Marlene Barroso, Victor Binot, Blecaute, Cuquita Carballo, Edmundo Carijó, Edmundo Carlo, Francisco Carlos, Chiquinho, Argentina Della Torre, Dinarte, Moacir Ferreira Diniz, Roulien Domingues, Júlio Fabry, Dick Farney, Bill Farr, Oscar Freitas, Ingrid Germer, Wilson Grey, Werner Hammer, Isaura Henriques, Vítor Kelly, Aurelina Lisboa, Mauricio Loyola, Múcia Miranda, Nora Ney, Jesus Ruas, Rosa Sandrini, Leonel Saraiva, Aurélio Teixeira, Edith Tremonte, Caco Velho, Iracema Vitória, Juliana Yanakiewa |
| Duração | 95 Min. |
| Registro da Edição | |
| Idioma | Português |
| Registro Editorial | |
| Contexto do Filme | Carnaval Atlântida foi produzido no auge da Atlântida Cinematográfica, quando o estúdio dominava o mercado brasileiro com as chanchadas. O filme satiriza a tentativa de produzir superproduções históricas no Brasil e mostra o conflito entre cinema popular e cinema sério, tornando-se um retrato da indústria cinematográfica nacional nos anos 1950. |
| Contexto Histórico | O filme pertence ao período clássico da Atlântida Cinematográfica, responsável pela popularização das chanchadas no Brasil. Nos anos 1950, essas comédias musicais dominavam as bilheterias e representavam uma alternativa nacional ao cinema de Hollywood. |
| Curiosidades de Produção | O roteiro foi desenvolvido com forte improvisação, característica comum nas produções da Atlântida. Grande Otelo e Oscarito tinham liberdade para criar diálogos e situações durante as filmagens. O filme também parodia as superproduções históricas que a Companhia Vera Cruz tentava realizar na mesma época, fazendo humor com a ideia de produzir um épico sobre Helena de Troia no Brasil. Muitos números musicais foram incluídos para aproveitar a popularidade do carnaval carioca e dos programas de rádio. |
| Estilo do Diretor | José Carlos Burle dirigiu diversas chanchadas e comédias musicais, com estilo voltado ao entretenimento popular, ritmo rápido, humor físico e uso constante de números musicais. Seus filmes valorizam a espontaneidade dos atores e o improviso, além de explorar cenários de estúdio e situações cômicas ligadas ao cotidiano brasileiro. |
| Legado e Importância | Carnaval Atlântida é considerado uma das chanchadas mais importantes da história do cinema brasileiro. O filme representa o auge da Atlântida Cinematográfica e simboliza o sucesso do cinema popular nacional nos anos 1950, sendo frequentemente citado como exemplo clássico do gênero musical humorístico. |
| Observações Técnicas | Filmado em película 35mm, preto e branco, no formato Academy, com som mono óptico. Produção de estúdio realizada nos estúdios da Atlântida no Rio de Janeiro. A montagem segue o padrão das chanchadas, com alternância entre cenas cômicas e números musicais. |