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...E o Amor Voltou | Juntos Novamente - 1944

  • Diretor Charles Vidor
  • Código: NA-P40-852-CRO-LT
  • Pontos: 1
  • Disponibilidade: Em estoque
R$12,90

Opções disponíveis

Etiquetas: ...E o Amor Voltou, Juntos Novamente, Together Again, 1944, Charles Vidor, Irene Dunne, Charles Boyer, Charles Coburn, Mona Freeman, Jerome Courtland, Elizabeth Patterson, Charles Dingle,

Anne Crandall é a prefeita de uma pequena cidade em Vermont. Seu falecido marido era prefeito há anos e quando ele morreu, ela foi deixada para cuidar e criar sua filha de seu primeiro casamento. Ela mora com a filha, o sogro e a governanta. Na praça da cidade, havia uma estátua de seu falecido marido e todos os anos desde sua morte, eles fazem uma festa de aniversário lá. Este ano, durante uma tempestade, a estátua foi atingida por um raio e a cabeça caiu. A filha insiste que uma nova estátua seja erguida em vez de remendar a antiga. O prefeito Crandall é enviado a Nova York para entrevistar o escultor em potencial, George Corday.

Registro da Obra
Título Original Together Again
Título ...E o Amor Voltou | Juntos Novamente
Ano 1944
Direção Charles Vidor
Países de origem Estados Unidos
Gênero Comédia Romântica
Cores Preto & Branco
Elenco Irene Dunne, Charles Boyer, Charles Coburn, Mona Freeman, Jerome Courtland, Elizabeth Patterson, Charles Dingle
Duração 93 Min. Aprox.
Áudio original Inglês
Registro da Edição
Legenda Inglês, Português, Espanhol, Turco
Registro Editorial
Contexto do Filme Together Again ocupa um lugar particular na carreira de Charles Vidor e no star system dos anos 1940 por reunir pela terceira e última vez Irene Dunne e Charles Boyer, dupla já marcada por forte prestígio romântico em Hollywood. Produzido pela Columbia, o filme trabalha uma comédia sentimental sofisticada, apoiada menos em gags explosivas e mais na elegância do diálogo, no contraste temperamental do casal e na crítica leve às aparências sociais de uma pequena comunidade americana.
Contexto Histórico Produzido durante a Segunda Guerra Mundial, o filme reflete o período em que Hollywood mantinha intensa atividade de produção para entretenimento do público norte-americano, funcionando como escapismo em meio ao contexto do conflito global.
Curiosidades de Produção O filme nasceu também do valor comercial e artístico da reunião entre Irene Dunne e Charles Boyer, já consagrados como dupla romântica. Fontes históricas destacam que Harry Cohn percebeu o apelo de revê-los juntos e moldou o projeto para explorar esse reencontro. Há ainda registro de que A Woman’s Privilege foi um título considerado antes da adoção de Together Again, escolha que reforçava publicitariamente a volta da dupla. O trabalho de Virginia Van Upp, em ascensão dentro da Columbia, também é relevante para situar a produção no contexto industrial do estúdio.
Estilo do Diretor Charles Vidor trabalha aqui com uma mise-en-scène discreta, elegante e funcional, valorizando ritmo de diálogo, performance e contraste entre espaços sociais. Em vez de um desenho visual agressivo, o diretor organiza a narrativa para sustentar o brilho dos intérpretes, a fluidez romântica e a alternância entre respeitabilidade provinciana e liberdade urbana. É um cinema de estúdio que confia na precisão do tempo cômico, no acabamento da cena e na contenção formal para dar leveza ao conflito sentimental.
Legado e Importância Embora não figure entre os títulos mais celebrados do período, Together Again preserva valor importante como exemplar refinado de comédia romântica do Hollywood clássico e como último encontro cinematográfico entre Irene Dunne e Charles Boyer. Seu interesse histórico cresce justamente por registrar uma forma de star vehicle elegante, já madura, em que a química dos astros sustenta toda a arquitetura do filme. Para colecionadores e pesquisadores, é obra valiosa por permanecer menos lembrada do que outros títulos da dupla.
Observações Técnicas Produção americana em preto e branco, com duração de 93 minutos, integrada ao padrão formal do cinema de estúdio dos anos 1940. A fotografia de Joseph Walker privilegia a legibilidade cênica e o acabamento clássico, enquanto a estrutura narrativa é conduzida por encenação limpa e montagem funcional. Trata-se de uma obra construída segundo convenções industriais bem definidas da Columbia, concentrando-se mais na fluidez do diálogo, no timing dos atores e na elegância da composição do que em experimentação formal.
Recepção Crítica A recepção da época foi favorável, especialmente no que diz respeito à combinação entre Irene Dunne e Charles Boyer. Comentários contemporâneos destacaram a leveza do entretenimento, a boa condução do humor e o rendimento do casal central. Revisões posteriores tendem a situar o filme como uma peça charmosa e menos lembrada dentro do ciclo da comédia romântica clássica, valorizando sua sofisticação e o encontro final da dupla, ainda que sem colocá-lo entre os títulos mais célebres do período.
Nota da Curadoria Uma joia discreta do Hollywood clássico, Together Again vale menos pelo impacto estrondoso e mais pela delicadeza com que transforma luto, desejo e reputação pública em comédia romântica madura. Para o colecionador, interessa como encontro final entre Irene Dunne e Charles Boyer e como exemplar de um cinema de estúdio elegante, espirituoso e hoje menos lembrado do que merece.
Citações | Diálogos “TOGETHER AGAIN...THAT FUNNY PAIR!”

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