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A Grande Feira constrói um retrato intenso e realista do cotidiano em uma feira popular de Salvador, onde personagens de diferentes origens se entrelaçam em histórias de sobrevivência, ambição e conflito social, revelando as engrenagens invisíveis de exploração e desigualdade que sustentam aquele microcosmo urbano; com forte influência do neorrealismo e uma estética crua que aproxima o espectador da realidade das ruas, o filme mergulha em disputas de poder, corrupção e resistência, sendo frequentemente lembrado nos bastidores da crítica como uma obra à frente de seu tempo e um prenúncio do Cinema Novo, o que o transforma em uma experiência indispensável para quem busca cinema brasileiro autêntico e provocador.



Registro da Obra
Título Original A Grande Feira
Título A Grande Feira
Ano 1961
Direção Roberto Pires
Países de origem Brasil
Gênero Drama
Cores Preto & Branco
Elenco Geraldo Del Rey, Ronny, Helena Ignez, Ely, Luiza Maranhão, Maria, Antonio Pitanga, Milton Gaucho, Ricardo, David Singer, Roberto Ferreira, Zazá, Nilton Paz, Ernesto, Clélia Mattos, Sara, Roberto Pires, Neco, Lígia Ferreira, Conceição, Milton Rocha, Investigator, Maria Ligia, Sônia Noronha, Agnaldo Santos, Raimundo Andrade, Luiz Henrique, João Gama, Calazans Neto, Gabriel Leite, Genaro de Carvalho, Jota Luna, Hélio Rodrigues, Santi Scaldaferri, Maria Adélia, Outro elenco, Agnaldo Azevedo, José Cavalcanti, Walter da Silveira, Pedro, Jose Teixeira De Araujo, Cuíca de Santo Amaro, Poet, Ivan Galitieri, Waldemar Lima, Ananias, Ana Lúcia, Maximiliano, Antonio Patiño, Fernando Protásio, Riachão, Glauber Rocha, Alonso Rodrigues, Leão Rosemberg, Oscar Santana, Orlando Senna, Flora Vasconcelos, Walter Webb
Duração 94 Min.
Registro da Edição
Idioma Português
Legenda Inglês
Registro Editorial
Contexto do Filme Segundo longa de Roberto Pires, a obra consolida sua presença no ciclo baiano e é frequentemente lida como peça central do momento que antecede e acompanha a formação do Cinema Novo na Bahia.
Contexto Histórico Inserido no surto do cinema baiano do início dos anos 1960 e frequentemente associado ao ambiente formador do Cinema Novo, o filme observa tensões de classe, modernização urbana e exclusão social em Salvador.
Estilo do Diretor Roberto Pires trabalha aqui com energia documental, tensão popular, montagem viva e forte observação do espaço urbano, articulando drama social e pulsação de rua.
Legado e Importância A Grande Feira é hoje valorizado como obra-chave do cinema baiano, documento expressivo de Salvador e título importante para compreender a genealogia social e estética do Cinema Novo.
Observações Técnicas Longa brasileiro em 35mm, preto e branco, com duração catalogada principalmente em 94 minutos pela Cinemateca Brasileira
Curiosidades de Produção O filme foi rodado no célebre mercado Água dos Meninos e tem Glauber Rocha creditado na montagem e também ligado à produção executiva em registros paralelos, o que reforça sua inserção no núcleo criativo baiano da época.

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