Mary Stuart - Rainha da Escócia - 1971
- Diretor Charles Jarrott
- Código: NA-P42-1844-DRA-TS
- Pontos: 1
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Escócia, século XVI, Mary Stuart (VANESSA REDGRAVE) que foi nomeada Rainha da Escócia aos seis dias de idade, é a ultima Rainha católica da Escócia. Aos vinte e três anos de idade, ela é aprisionada pela Rainha da Inglaterra Elizabeth (GLEN- DA JACKSON) sua arqui-inimiga. O confronto entre às duas é desigual. Enquanto Mary é primeiro mulher e depois rainha, Elizabeth é exatamente o oposto. Nove anos depois, a vida de Mary está para terminar no cadafalso e com sua execução acaba a última ameaça ao trono de Elizabeth que se mostra muito mais articuladora e menos sujeita a traições. Mary, no entanto tem de lutar com inimigos de todos os lados, inclusive seu próprio irmão. Um destino sombrio a aguarda.
| Registro da Obra | |
| Título Original | Mary, Queen of Scots |
| Título | Mary Stuart - Rainha da Escócia |
| Ano | 1971 |
| Direção | Charles Jarrott |
| Países de origem | Reino Unido, Estados Unidos |
| Gênero | Drama, Biografia, História |
| Cores | Colorido |
| Elenco | Vanessa Redgrave, Glenda Jackson, Patrick McGoohan, Timothy Dalton, Nigel Davenport, Trevor Howard, Daniel Massey, Ian Holm, Andrew Keir, Tom Fleming, Katherine Kath, Beth Harris, Frances White, Vernon Dobtcheff, Raf De La Torre, Richard Warner, Bruce Purchase, Brian Coburn, Richard Denning, Maria Aitken, Jeremy Bulloch, Robert James, Paul Bannon, Juba Kennerley, Bob Ramsey, Larry Taylor, Robert van Kaphengst |
| Duração | 128 Min. |
| Áudio original | Inglês |
| Registro da Edição | |
| Dublagem | Português |
| Legenda | Búlgaro, Esloveno, Espanhol, Francês, Inglês, Polonês, Português, Romeno, Sueco |
| Registro Editorial | |
| Contexto do Filme | Produzido no início da década de 1970, o filme insere-se na tradição dos grandes dramas históricos britânicos voltados para a recriação de períodos monárquicos europeus, dando continuidade ao sucesso de produções anteriores sobre a dinastia Tudor, como Anne of the Thousand Days, também associada ao roteirista John Hale, destacando-se como uma obra de estúdio com forte apelo dramático centrado no confronto psicológico entre duas figuras femininas de poder. |
| Contexto Histórico | A obra retrata os conflitos políticos e religiosos do século XVI na Europa, período marcado pela Reforma Protestante e pelas tensões entre católicos e protestantes, colocando em evidência a disputa entre Maria Stuart e Elizabeth I, cuja rivalidade refletia não apenas ambições dinásticas, mas também o choque entre diferentes visões religiosas e estruturas de poder no continente. |
| Curiosidades de Produção | A produção contou com roteiro de John Hale, que já havia trabalhado em narrativas sobre a dinastia Tudor, enquanto Glenda Jackson reprisou sua interpretação de Elizabeth I após a série televisiva Elizabeth R no mesmo ano, e as filmagens ocorreram em locações reais na Inglaterra, França e Escócia, reforçando a autenticidade visual da obra, além de contar com trilha sonora de John Barry, compositor premiado internacionalmente. |
| Erros de gravação | O filme apresenta diversas liberdades históricas, incluindo encontros fictícios entre Maria Stuart e Elizabeth I que nunca ocorreram na realidade, além de anacronismos como a presença de elementos culturais e hábitos que não correspondem ao período retratado, evidenciando escolhas narrativas voltadas ao impacto dramático. |
| Estilo do Diretor | Charles Jarrott adota uma abordagem clássica e teatral, privilegiando diálogos intensos e encenações centradas na performance dos atores, com forte influência do cinema histórico de estúdio, valorizando figurinos, cenografia detalhada e enquadramentos formais que reforçam o peso dramático das relações políticas. |
| Legado e Importância | O filme consolidou-se como uma das representações mais marcantes da figura de Maria Stuart no cinema, sendo frequentemente citado como uma das versões mais completas da história da rainha, destacando-se pelas interpretações de Vanessa Redgrave e Glenda Jackson, além de suas indicações ao Oscar, reforçando sua relevância dentro do gênero histórico. |
| Observações Técnicas | Produzido em 35mm, o filme apresenta fotografia elaborada com forte atenção à composição visual e uso de cenários históricos autênticos, com trilha sonora composta por John Barry, contribuindo para a atmosfera épica, e estrutura narrativa linear típica dos dramas históricos de estúdio. |
| Recepção Crítica | O filme recebeu críticas mistas à época de seu lançamento, sendo elogiado principalmente pelas atuações de Vanessa Redgrave e Glenda Jackson e pela qualidade da produção, enquanto o roteiro e a abordagem histórica foram considerados problemáticos por parte da crítica, com destaque para avaliações que o classificaram como um drama de época tecnicamente competente, porém emocionalmente distante. |
| Nota da Curadoria | Uma obra que privilegia o confronto psicológico entre duas rainhas em detrimento da precisão histórica, destacando-se pelo peso dramático das interpretações e pela construção visual clássica, sendo um título relevante para apreciadores de cinema histórico e colecionadores interessados em grandes performances femininas. |
| Citações | Diálogos | “Win or lose my wager, I cannot lose the game” |
| Movimento Cinematográfico | Cinema clássico hollywoodiano |