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Os Falsários - 2007

R$5,00

(Disponível)

Os Falsários - 2007

Diretor: Stefan Ruzowitzky
Modelo: AD23353
Disponibilidade: Disponível
R$5,00

Os Falsários - 2007

Esta é a verdadeira história de Salomon Sorowitsch, um extraordinário falsário e boêmio. Após ter sido preso e levado ao Campo de Concentração Alemão em 1944, ele concorda em ajudar os nazistas em uma organizada operação de falsificação criada para financiar os esforços de Guerra. Trata-se da Operação Bernhard , a maior falsificação de dinheiro de todos os tempos. Ao lado de outros falsários, Sally podia escolher em cooperar com os inimigos e sobreviver, ou sabotar a operação e ser assassinado friamente.

Ficha Técnica
Título no Brasil Os Falsários
Título Original Die Fälscher
Ano de Lançamento 2007
Idioma Português, Alemão
Legenda Inglês, Português
Cor Colorido
Qualidade Com Menu (DVD-R)
Gênero Drama
Duração 98 Min. Aprox.
Direção Stefan Ruzowitzky
País de Origem Áustria, Alemanha
Elenco August Diehl, August Zirner, Devid Striesow, Karl Markovics, Martin Brambach, Sebastian Urzendowsky, Veit Stübner
Crítica
Nota A Segunda Guerra Mundial, em especial o regime nazista e a perseguição aos judeus nesse terrível período da história mundial, rende a cada ano inúmeras obras cinematográficas. Os Falsários, co-produção entre Áustria e Alemanha, é uma delas e acaba ganhando maior destaque por ter sido escolhida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood como o Melhor Filme Estrangeiro de 2007 – o primeiro filme austríaco a ganhar o prêmio. Nada mais natural. A indústria cinematográfica norte-americana é formada por muitos membros de origem judaica e histórias como estas sempre seduziram Hollywood e, consequentemente, o grupo que entrega o Oscar. Eis que, mais de dois anos depois de receber a homenagem, o drama baseado em história real finalmente chega aos cinemas brasileiros. Os Falsários conta a verdadeira história de Salomon Sorowitsch (interpretado por Karl Markovics), um judeu de origem russa que, antes de ser preso por nazistas alemães, vive de falsificar notas e documentos, atividade que lhe confere certo status social e a possibilidade de alguns excessos. Preso pela atividade ilegal, é levado ao campo de concentração de Sachsenhausen em 1944, onde os presos são divididos. Um grupo é incumbido da tarefa de falsificar libras esterlinas e dólares a fim de destruir a economia dos rivais ingleses e norte-americanos na Segunda Guerra Mundial, além de encher os cofres alemães, que se encontravam vazios. A operação colocou mais de £ 130 milhões no mercado. O filme mostra como esse grupo de falsários encontra na atividade ilegal uma forma de sobreviver aos horrores de um campo de concentração. Com direito até a mesa de pingue-pongue, eles são os “astros”, digamos, dos prisioneiros no local – conhecido como a “Gaiola Dourada” -, uma vez que desempenham papel essencial na estratégia nazista. Obviamente, questões morais são colocadas em questão: como ajudar um regime que destrói suas próprias famílias? Enquanto o protagonista não parece ter muito problema com isso – já que ele já era falsificador de notas e já não tem mais família no momento em que e capturado -, outros colegas de confinamento levantam a questão, como seu amigo comunista Adolf Burger (August Diehl), que teme pela vida da mulher, presa em outro campo, sem as mesmas regalias compartilhadas por ele e seu grupo. Sentimentos como medo, culpa e principalmente a incerteza em relação ao futuro acompanham os personagens nesta trama que, evidentemente, de bonita não tem nada. O grande atrativo em Os Falsários é o inusitado da situação. Baseado no livro escrito pelo Adolf Burger real, o filme reconstrói com capricho na direção de arte os acontecimentos na “Gaiola Dourada”, ao mesmo tempo em que se exime de julgamentos morais. O protagonista não chega a ser um herói, pelo contrário, mas mesmo assim é quem conduz a narrativa, mostrando que a pureza de alma e outros valores idealizados não existem por completo numa situação como a qual os personagens do longa passam. Trata-se de um recorte interessante, no mínimo, desse tão retratado período da História.

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